sábado, 18 de fevereiro de 2012

Sporting - 14 de Fevereiro a 18 de Fevereiro

Dia 14...

Despedimento um dia após "voto de confiança"

No domingo, Godinho Lopes deu mais um voto de confiança a Domingos Paciência. No fórum "Pensar Sporting", o presidente dos leões garantiu que o lugar de treinador de Domingos Paciência não estava "em causa", apesar dos fracos resultados da equipa nesta época futebolística.

"[A saída de Domingos Paciência] É uma questão que não faz sentido. Os resultados do clube não satisfazem, mas a equipa [técnica] que dirige o Sporting é outra coisa", sublinhou Godinho Lopes, admitindo que "há ainda um longo caminho a percorrer".

Recorde-se que o treinador do Sporting foi demitido esta segunda-feira, sendo agora substituído por Sá Pinto.

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Sá Pinto ganha novo coração de leão


Ricardo Sá Pinto, 39 anos, foi a escolha de Godinho Lopes para suceder a Domingos Paciência.

Nascido a 10 de outubro, como o fundador José Alvalade, o antigo capitão começou por representar o FC Porto, entre os 7 e os 14 anos. Aos 15 mudou-se para o Salgueiros, onde, em 1992, se estreou na Liga pela mão de Filipovic. Em 1994 transferiu-se para o Sporting, contribuindo para a conquista de uma Taça de Portugal (94/95) e uma Supertaça (95/96), neste caso na pele de herói, ao marcar 2 dos 3 golos da vitória sobre o FC Porto.

Em 1997, na sequência de um ato irrefletido contra o então selecionador Artur Jorge e o adjunto Rui Águas, saiu para a Real Sociedad. Voltaria em 2000 para ganhar a Liga (01/02) e outra Supertaça (00/01), superando três operações ao joelho direito. Em 2006, já com Paulo Bento, o Coração de Leão deixou o Sporting de forma abrupta, ao não renovar contrato, sem perceber as razões, e depois de ser expulso, a 2 jornadas do final da Liga. Fez uma época no Standard de Liège e a 9 de junho de 2007 despediu-se, em Alvalade, no “Jogo das Estrelas” de Luís Figo.

Tirou, então, o grau de mestre em Marketing Desportivo, no ISCTE, e em abril de 2008 regressou para a área das relações públicas.

Em novembro de 2009, pelas mãos de José Eduardo Bettencourt, regressa como diretor desportivo para ocupar o lugar de Pedro Barbosa. A 20 de janeiro de 2010, desentendeu-se violentamente com Liedson em pleno balneário do Estádio José Alvalade. A bomba-relógio provocou a sua saída.

O distanciamento de Alvalade acabaria por não durar muito. Depois de alguns meses como adjunto da U. Leiria, volta a ser chamado, ficando com os juniores a seu cargo.

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Domingos: «Não é por minha vontade que deixo o Sporting»


Comunicado de Domingos


No processo de rescisão com o Sporting Clube de Portugal fui surpreendido com uma informação absolutamente disparatada e lesiva do meu bom nome. A informação foi avançada pela agência Lusa e dá conta de que eu teria tido um encontro com dirigentes do FC Porto, com vista ao meu futuro profissional, alegadamente com base numa “fonte próxima da estrutura leonina”.

Nem precisaria de negar tão absurda informação, porque, felizmente, ao longo da minha carreira profissional, quer como jogador, quer como treinador de futebol, sempre coloquei à frente de tudo um valor: a dignidade. É com dignidade que sei estar no desporto e os responsáveis dos clubes que representei até hoje são as melhores testemunhas para atestar o que digo. É claro que não tive qualquer encontro com dirigentes do FC Porto ou de qualquer outro clube, porque estive sempre de corpo e alma no projeto Sporting até ao dia em que me surpreenderam com a interrupção desse projeto. Não é por minha vontade que deixo o clube, nem isso estava nos meus horizontes.

Atendendo a que o momento do Sporting requer serenidade, não me alongarei em considerações. No entanto, há algo que sou obrigado a fazer: acionar judicialmente a agência Lusa pela informação falsa avançada e veiculada também por outros órgãos de comunicação social, com origem na notícia dessa mesma agência, o que também lamento.

Será em tribunal que os responsáveis por esta notícia disparatada terão de responder, mesmo com uma “fonte próxima da estrutura leonina” a servir de base. E se essa fonte verdadeiramente existiu, foi obra cobarde de quem se refugia no anonimato e não hesita em manchar a honra de um profissional com calúnias infundadas. E os cobardes morrem sós.

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Dia 15...

Sá Pinto injeta moral para o leão ganhar já


Ricardo Sá Pinto está consciente de que o principal problema da equipa de Alvalade não é físico. É emocional. Daí que na primeira conversa com os jogadores, instantes após ser apresentado como treinador principal e minutos antes de ministrar a primeira sessão de trabalho, se tenha dirigido ao grupo, num discurso simples e curto, transmitindo-lhe confiança, motivação e moral.

Apesar de os últimos resultados terem empurrado boa parte dos jogadores leoninos para um estado de espírito que se assemelha a uma depressão profunda, Sá Pinto acredita que as palavras certas, ditas no momento correto, o grupo de trabalho vai reagir e direcionar as suas energias para aquilo que é fundamental, neste momento: o regresso urgente às vitórias.

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Passos de Godinho até à demissão de Domingos


As palavras proferidas por Godinho Lopes na véspera do despedimento de Domingos, colaram uma imagem de incoerência ao presidente do Sporting. Record sabe, porém, que a intervenção do líder leonino foi bem medida facto que o levou, aliás, a evitar tocar no nome de Domingos, apesar da insistência dos jornalistas e “muito menos a expressar um voto de confiança” ao técnico.

Conversas

Nessas declarações, Godinho Lopes optou por se referir “à estrutura que está à volta do futebol” sem referir o nome do treinador que viria a ser demitido horas depois. Apesar de a decisão estar tomada nesse sentido, o presidente leonino estava “proibido” de saltar etapas. Tinha de comunicar primeiro a Domingos (o que o fez no dia seguinte, 2.ª feira, após o treino da manhã), seguindo-se o convite a Sá Pinto e finalmente a conversa formal com os jogadores. Em simultâneo, o Sporting comunicou a decisão à CMVM.

A gota de água

A saída de Domingos começou a ser ponderada muito seriamente após a derrota em Alvalade com o Gil Vicente que afastou o Sporting da Taça da Liga, prova onde o clube leonino tinha legítimas aspirações de atingir a final. A aposta feita esta época e o investimento realizado justificavam que os resultados correspondessem a expectativas que não estavam de acordo com afastamentos prematuros não apenas daquela competição, mas sobretudo do título e também do 3.º lugar.

Com a proximidade da meia-final da Taça de Portugal, os dirigentes leoninos entenderam não provocar a rutura, mas a sentença estava dada. A derrota com o Marítimo foi apenas o golpe de misericórdia de uma decisão que ganhou forma após o jogo com o Gil Vicente.

Na base do despedimento de Domingos estão os resultados desportivos, conforme foi referido no comunicado da SAD, sobretudo face ao investimento realizado e à ambição dos atuais dirigentes leoninos.

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Sá Pinto: «Nada se consegue sem trabalho»


Sá Pinto lançou esta tarde o encontro de quinta-feira frente ao Légia de Varsóvia, na 1.ª mão dos 16 avos-de-final da Liga Europa. "Ganhar” e “trabalhar" foram notas dominantes do discurso do novo timoneiro dos leões.

"O caminho faz-se caminhando. Tenho as minhas ideias, tenho a minha forma de pensar o jogo, mas nada se faz de um dia para o outro. Sinto que há vontade dos jogadores em fazerem o que desejo, mas as respostas só surgirão jogo a jogo, com resultados e confiança. Mas nada se consegue sem trabalho. Sei que vamos ter uma identidade de jogo, que teremos mentalidade forte e qualidade de jogo. Tudo farei para que isso aconteça rapidamente", revelou.

"Para nós, todos os jogos são os jogos da nossa vida. Não abdicamos de nenhum ponto, de nenhum resultado, iremos lutar arduamente do primeiro ao último minuto e vamos acreditar que vamos ganhar qualquer jogo. É o único pensamento que existe dentro de mim e da equipa", disse depois.

O treinador quer que a mentalidade da formação mude rapidamente, até porque sabe que tem um bom grupo de trabalho para trabalhar: "A minha vontade foi perceber o estado de espírito do grupo, ideias e vontades. Quanto à mensagem teve mais a ver com aspetos motivacionais, no plano da confiança, mas também de rigor e exigência, porque conheço a qualidade e caráter dos jogadores. Pelo que me apercebi, parece-me um grupo bom, com vontade de ganhar e trabalhar. Portanto, existindo essa disponibilidade, tudo será mais fácil.”

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Dia 16...

A base é para manter

O primeiro onze do Sporting da era Sá Pinto não difere muito daquele que Domingos Paciência utilizava com maior frequência. Há, no entanto, alguns aspetos a merecerem análise. Desde logo, o facto de o novo treinador querer emendar um erro que o técnico de Leça da Palmeira cometeu na partida do Funchal, frente ao Marítimo. Onyewu e Xandão não são jogadores incompatíveis, mas são, em termos táticos, muito semelhantes. São dois centrais lentos e a sua utilização em simultâneo pode ser prejudicial para a equipa. Com Polga, o conjunto lisboeta ganha versatilidade e, neste caso, maturidade internacional, já que a experiência europeia do camisola 4 fica muitos furos acima do recém-chegado Xandão.

Além desta alteração, a defesa contemplará ainda o regresso de João Pereira, castigado na Madeira, que entra diretamente para o lugar de Arias, um jovem que não foi inscrito nas competições da UEFA

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Um Sá Pinto bilingue

No treino de quarta-feira já deu para observar algumas diferenças entre os métodos de trabalho de Sá Pinto e do seu antecessor, Domingos Paciência. O atual treinador fez questão de ser ele a explicar todos os exercícios que planeou e fê-lo em português e inglês. Tudo aquilo que transmitia ao plantel era feito nos dois idiomas, revelando preocupação em fazer-se entender no seio de um plantel repleto de jogadores de várias nacionalidades. Nota ainda para a presença de Sérgio Vieira (responsável pela observação) no trabalho de campo, algo que com Domingos não acontecia.

Com núcleo duro

Registe-se que nos primeiros 20 minutos de treino, o técnico dividiu o grupo em três, ficando próximo de um deles, que integrava Izmailov, Matías Fernández, Onyewu, Schaars ou Wolfswinkel, uma espécie de núcleo duro do plantel.

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Sporting empata (2-2) em Varsóvia na estreia de Sá Pinto

O Sporting empatou a dois golos com o Légia, em Varsóvia, e colocou um pé nos oitavos de final da Liga Europa. Carriço e André Santos, apostas do estreante Sá Pinto na segunda parte, marcaram os golos do leão na capital polaca.

Sem rubricar exibição de encher o olho, fez das fraquezas forças o Sporting para arrancar preciosa igualdade na gelada Varsóvia.

Carriço (60’) e André Santos (88’), este com um soberbo remate de ‘trivela’, anularam os golos de Wawrzyniak (37´) e Gol (79´) e revelaram-se apostas certeiras de Sá Pinto nos segundos 45 minutos, por troca com os apagados Schaars e Izmailov.

Na baliza esteve também um inspirado Rui Patrício, evitando um golo certo em cada uma das partes.

O empate fora de portas deixa o Sporting em boa posição para selar o apuramento para os oitavos de final da Liga Europa, onde defrontará o FC Porto ou o Manchester City. O jogo da segunda mão realiza-se no próximo dia 23, em Alvalade.

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Sá Pinto: «Jogadores foram extraordinários»


Ricardo Sá Pinto, treinador do Sporting, comentou aos microfones da SIC Notícias o empate averbado em Varsóvia, frente ao Legia, na 1.ª mão dos 16 avos-de-final da Liga Europa. O novo timoneiro dos leões destacou a competência dos seus jogadores, assumindo que o grande objectivo da equipa é regressar aos momentos positivos.

“Encontrámos um ambiente frenético e que foi de grande pressão sobre o árbitro. Os jogadores foram extraordinários e tiveram uma atitude fantástica. Ainda não apresentámos o futebol que queremos, mas era difícil circular a bola, com este terreno. A equipa do Legia tem uma grande capacidade física, não param durante noventa minutos. É de salientar fundamentalmente a atitude competitiva e o querer e a vontade, para dar a volta a um momento negativo, e entrar num momento positivo”, resumiu.

“Quem anda no futebol há vinte anos, como eu, sabe que o futebol é feito de detalhes. Há detalhes que fazem a diferença. Pelo que me disseram, no segundo golo do Legia, havia fora-de-jogo. Há também um penálti no lance do Carrillo. Gostava de dar os parabéns aos três jogadores que entraram, aos que ficaram de fora, e também aqueles quer ficaram de fora e mandaram mensagens de apoio”, explicou depois.

A terminar, Sá Pinto assumiu que vive um momento determinante na carreira: “É uma honra e um orgulho ser treinador do meu clube. É uma emoção enorme. Vou viver estas emoções constantemente. O jogo tem grande intensidade, mexe connosco. Para quem gosta do treino e do jogo, é um sonho poder treinar o seu clube.”

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Dia 17...

Apenas o leão dá pontos

Três derrotas e um empate é o saldo das equipas portuguesas neste regresso das competições europeias. Muito pouco até porque o Lyon, com a vitória sobre o Apoel, permitiu à França ganhar vantagem sobre Portugal na luta pelo 5.º lugar no ranking da UEFA. Depois dos desaires de Sp. Braga e Benfica, o FC Porto também sucumbiu diante do poderoso Manchester City, pelo que só o 2-2 do Sporting na Polónia conseguiu “salvar” a honra nacional.

Para agravar a situação portuguesa, ainda falta entrar nestas contas o Marselha, que recebe o Inter na próxima quarta-feira, na 1.ª mão dos oitavos-de-final da Liga dos Campeões. Com menos equipas ainda em prova – duas contra quatro portuguesas –, a França tem agora um avanço de 0,999 pontos.

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Sá Pinto apresentou-se sem exageros


O primeiro jogo de Sá Pinto no banco do Sporting revelou um treinador mais interessado no apoio à equipa e nas correções aos posicionamentos dos seus jogadores do que em sublinhar hipotéticos erros da equipa de arbitragem. Desde o início que o novo técnico leonino se empenhou em aplaudir os jogadores nas boas e nas más ações, revelando contenção nos protestos – quando nada tinha a dizer aos jogadores, colocava a mãos atrás das costas e olhava para o chão.

De qualquer das formas, essa atitude premeditada de recusar protagonismo pela contestação não o impediu de, já na segunda parte, ser avisado pelo quarto árbitro para não abandonar a sua área técnica. O diálogo foi tão intenso que o juiz esloveno ainda o perseguiu e agarrou, não por reclamar decisões do árbitro, mas para dar instruções para dentro do campo. Em plena discussão, Sá Pinto virou-lhe as costas e foi falar com Rinaudo. Apercebendo-se que não tinha sido correto, foi à zona do quarto árbitro pedir-lhe desculpa. No resto, deu murros no ar nos golos do Legia, festejou os golos do Sporting, até à exuberância final com que abraçou, um a um, todos os jogadores. Stijn Schaars, que estava no balneário, subiu ainda ao relvado para o cumprimentar.

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Dia 18...

Leão instala-se em casa para relançar a época


Em menos de uma semana, Ricardo Sá Pinto fará amanhã o seu segundo jogo no comando técnico do Sporting. A receção ao Paços de Ferreira ficará para a história como a estreia do novo treinador no Estádio de Alvalade, o que certamente despertará o interesse acrescido dos adeptos, mas a verdade é que depois do encontro da jornada 19 da Liga o mais distante que a equipa vai estar da sua casa será quando tiver de deslocar-se a... Setúbal, a 3 de março.

A partida com os sadinos será, pois, para o Sporting, a exceção que confirma a regra... de jogar em casa. Tanto assim que, das seis partidas que se seguem no calendário leonino, nada menos

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Sá Pinto: «Quero garra e atitude»

Ricardo Sá Pinto lançou este sábado o encontro da 19.ª jornada da Liga Zon Sagres, frente ao Paços de Ferreira, que este domingo se disputa em Alvalade, pelas 20.15. O treinador comentou ainda o ambiente vivido no clube desde o seu ingresso.
"É um ambiente de esperança, temos muita vontade de fazer coisas boas e positivas, espero um grande jogo, com humildade e muita atitude. Estamos a trabalhar nos limites, temos vontade de fazer mais e melhor", iniciou.

"Quando cheguei ao grupo encontrei alguma tristeza. Tenho vindo a tentar elevar os índices motivacionais do grupo. Tenho tentado passar as minhas ideias. O feedback tem sido muito positivo. Os jogadores mostram-se sempre interessados, concentrados e com alegria", declarou o técnico.

Relativamente às inovações que pretende trazer à equipa, o técnico leonino assegura que as suas ideias se baseiam "na garra e na atitude": "Estas duas vertentes, isoladas, não garantem quaisquer resultados, não fazem qualquer sentido. Pretendo muita qualidade de jogo."

Embora o jogo na Pólonia, frente ao Legia, tenha sido muito intensivo e forte no ponto de vista emocional, o técnico sportinguista não garante que hajam alterações para o jogo de domingo.

Para esta partida Ricardo Sá Pinto convoca todos os jogadores, incluíndo os lesionados Jéffren e Capel, embora haja indícios de que Capel tenha recuperado e possa fazer parte das opções do técnico para o jogo de domingo.

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